A PALAVRA A...
APM - Associação de Professores de Matemática
Associação de Professores de Matemática esclarece posição sobre as Metas Curriculares
A Direção da APM considera que as Metas, organizando o programa desta forma, ignoram as especificidades de escolas e alunos.
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Porque é que a Associação de Professores de Matemática (APM) discorda das atuais Metas Curriculares propostas pelo Ministério da Educação e Ciência?
Existem fortes motivos que levam a APM a discordar das Metas Curriculares. Podemos enunciar alguns:
i) Contrariam fortemente o programa (Programa de Matemática do Ensino Básico, PMEB) tanto na sua estrutura e lógica global, como em aspetos importantes dos conteúdos matemáticos.
ii) O que é introduzido ou modificado é inapropriado em relação aos anos de escolaridade envolvidos, antecipando a aprendizagem de noções que, segundo o PMEB, apenas devem ser trabalhadas num ciclo posterior.
iii) Não esclarecem nem trazem apoio relevante ao trabalho do professor, conflituando mesmo com o que tem vindo a ser trabalhado no quadro do programa em vigor.
iv) Ao contrário do que foi afirmado, não seguem nem sequer se aproximam de outros documentos curriculares produzidos a nível internacional.
O conteúdo das Metas e a sua organização numa lógica de percursos curriculares por ano de escolaridade ameaça claramente a autonomia das escolas e dos professores.
A Direção da APM considera que as Metas, organizando o programa desta forma, ignoram as especificidades de escolas e alunos; dificultam seriamente o trabalho do professor na medida em que prescrevem percursos curriculares únicos para cada ano de escolaridade, a nível nacional, limitando fortemente a sua tarefa de poder e dever adaptar e ajustar o trabalho de sala de aula às características e necessidades específicas de cada um dos seus alunos.
O parecer completo da Associação de Professores de Matemática pode ser consultado no site da APM.
Existem fortes motivos que levam a APM a discordar das Metas Curriculares. Podemos enunciar alguns:
i) Contrariam fortemente o programa (Programa de Matemática do Ensino Básico, PMEB) tanto na sua estrutura e lógica global, como em aspetos importantes dos conteúdos matemáticos.
ii) O que é introduzido ou modificado é inapropriado em relação aos anos de escolaridade envolvidos, antecipando a aprendizagem de noções que, segundo o PMEB, apenas devem ser trabalhadas num ciclo posterior.
iii) Não esclarecem nem trazem apoio relevante ao trabalho do professor, conflituando mesmo com o que tem vindo a ser trabalhado no quadro do programa em vigor.
iv) Ao contrário do que foi afirmado, não seguem nem sequer se aproximam de outros documentos curriculares produzidos a nível internacional.
O conteúdo das Metas e a sua organização numa lógica de percursos curriculares por ano de escolaridade ameaça claramente a autonomia das escolas e dos professores.
A Direção da APM considera que as Metas, organizando o programa desta forma, ignoram as especificidades de escolas e alunos; dificultam seriamente o trabalho do professor na medida em que prescrevem percursos curriculares únicos para cada ano de escolaridade, a nível nacional, limitando fortemente a sua tarefa de poder e dever adaptar e ajustar o trabalho de sala de aula às características e necessidades específicas de cada um dos seus alunos.
O parecer completo da Associação de Professores de Matemática pode ser consultado no site da APM.
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