Passos realça o que foi feito na Educação e diz que é preciso continuar essa aposta

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, disse na sexta-feira que “muito já foi feito na Educação, mas é preciso continuar a aposta na melhoria da qualidade do sistema educativo”.
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Passos Coelho discursava na inauguração do novo centro escolar de Avelãs de Cima, Anadia, obra orçada em 1 884 680 euros, financiada pelo Programa Operacional Regional do Centro e aproveitou para criticar “decisões no passado que nem sempre foram as mais adequadas e onde se gastou muito dinheiro”.

A atenção, disse, deve agora concentrar-se na rede escolar existente e procurar requalificar o que falta, em parceria com as autarquias, porque os recursos são escassos.

O chefe do executivo PSD/CDS-PP enalteceu o grande investimento e as mudanças introduzidas na Educação nos últimos anos.

Lembrou a generalização da escolaridade obrigatória até ao 12.º ano, a definição de metas curriculares com avaliação no final de cada ciclo, a obrigatoriedade do ensino do Inglês e a aposta em disciplinas nucleares como a Matemática e o Português, e ainda a generalização da rede pré-escolar.

Foi, no entanto, na introdução de mais ofertas vocacionais e profissionalizantes que mais tempo se deteve durante o seu discurso.

“Fizemos muitas coisas e num tempo em que foi difícil. Agora temos de continuar a apostar na qualidade do sistema educativo, e em criar percursos que permitam o acesso a oportunidades profissionais de qualidade, nomeadamente junto dos institutos superiores politécnicos”, disse.

As empresas, segundo o primeiro-ministro, podem ser parceiras decisivas nesse processo: “Portugal tinha um défice muito grande nesta área e estamos gradualmente a recuperar. Já temos uma rede superior a 5000 empresas que ao nível do ensino secundário colaboram com as nossas escolas de modo a propiciar uma formação profissionalizante aos alunos”.

No entender de Passos Coelho, é necessário alargar essa rede e “trabalhar melhor em cooperação com o Instituto de Emprego e Formação Profissional”, para evitar que andem “todos a fazer a mesma coisa e a competir uns com os outros”.
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