9.º ano: procurar vocações, tomar decisões

O último ano do 3.º Ciclo do Ensino Básico marca o final de uma etapa e o início de uma nova fase do percurso escolar. É um momento importante, transição para o Secundário, altura de escolher uma área a seguir. O apoio de pais e professores é fundamental. E quanto mais informação, melhor.
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O caminho escolar começa a afunilar, o Ensino Secundário está à vista, é preciso escolher uma área de conhecimento para seguir nos três anos seguintes antes de tentar um lugar na universidade ou arranjar um emprego. E todos falam em muitas coisas: vocações, matérias mais aliciantes, oportunidades, profissões, o que se quer ser no futuro. O 9.º ano de escolaridade é um período importante, um percurso em que se tomam decisões sobre o que seguir no Secundário, ensino mais específico, mais orientado para a opções que se tomam. Pode ser o início de um projeto de vida.

Opções e mais opções. Ciências, humanidades, tecnologias, saúde, desporto, línguas, psicologia, engenharias, artes. E tantas outras áreas. Ensino mais direcionado para seguir os estudos académicos, ensino mais técnico, profissional, para tentar um emprego depois do 12.º ano, da escolaridade obrigatória. Quando o 9.º ano termina, é preciso decidir o caminho. Há quem tenha a decisão tomada e há os indecisos que ainda procuram a área a seguir.

Nono ano, alunos de 14, 15 ou 16 anos, a escolha para o 10.º, e muita coisa na cabeça. Expetativas para gerir, interesses diversificados, influências que chegam daqui e dali, opiniões de familiares e de amigos, aquela disciplina que se adora, aquela disciplina que se detesta, o contexto económico e social, o futuro depois dos estudos, a profissão de sonho. Escolher nem sempre é um processo tranquilo. Há angústia e ansiedade pelo meio.

No final do 9.º ano, na hora da matrícula para o 10.º, é preciso preencher os papéis com o que se quer estudar. É um passo para um itinerário vocacional, pessoal, profissional. Com inquietações à mistura, certamente. E é preciso atenção, muita atenção, às ofertas educativas, às alterações que por vezes acontecem nesta área, para decidir com o máximo de informação possível sobre as vias, os cursos. E perceber também que o ensino que se segue, o Secundário, é exigente e que as classificações de todas as disciplinas contam para a média.

A escolha não pode ser feita ao acaso. Até porque a decisão pode implicar mudar de escola, entrar noutra turma, fazer novos amigos. De qualquer forma, há sempre possibilidade de mudar de curso se houver vaga. Tudo é importante. Saber muito bem as opções disponíveis, os cursos, as disciplinas, as saídas profissionais. Pesquisar na Internet, sondar o mercado de trabalho se possível ao vivo e a cores, participar em feiras de divulgação de ofertas de formação, pedir ajuda a professores, pais, amigos.

Neste momento importante, pais e professores devem estar o mais próximos possível para tirar dúvidas, esclarecer, pedir ajuda especializada se for preciso nesta etapa vocacional. Um psicológo da área da orientação escolar e profissional, que estimule a reflexão à volta do que se quer e não se quer, pode fazer diferença. Um conhecedor deste complexo mundo pode orientar e ajudar a ver a luz ao fundo do túnel. Depois do 9.º ano, há uma nova etapa que começa em direção ao futuro. Toda a ajuda é, por isso, bem-vinda.
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