Escolas privadas mantêm-se nos primeiros lugares. Mais um ano, mais rankings, poucas alterações

Médias e resultados dos exames nacionais voltam a ser analisados à lupa para os rankings que colocam as escolas do país, públicas e privadas, por ordem numa extensa lista. Os estabelecimentos de ensino que sobressaem destacam a colaboração contínua entre quem ensina e quem aprende e o esforço de ambas as partes.
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Mais um ano e, uma vez mais, analisam-se médias e resultados dos alunos nos exames nacionais. As escolas privadas voltam a surgir à frente das públicas e não há muitas novidades neste ponto. No Secundário, as médias subiram ligeiramente, quase uma décima nos colégios privados e poucas centésimas nos estabelecimentos públicos. No 9.º ano, o primeiro estabelecimento público surge em 20.º lugar e a média nos exames de Português e Matemática passaram de negativa a positiva. O Colégio Nossa Senhora do Rosário, no Porto, destaca-se no Básico e no Secundário. A Agência Lusa voltou a tratar os dados disponibilizados pela tutela para a elaboração do ranking de 2018.
 
Os resultados nos exames do Ensino Secundário mantiveram-se praticamente inalterados face ao ano anterior, com ligeiras melhorias nas médias, mais altas nos colégios privados do que nas escolas públicas. Os colégios privados melhoraram a sua média em quase uma décima, passando de 12,07 valores para 12,16 valores, enquanto as escolas públicas registaram uma melhoria de centésimas, passando de 10,74 valores para 10,77. Três quartos das escolas públicas passaram nas provas e entre os colégios foram menos de 15% os que não tiveram média positiva nos exames no ranking elaborado pela Lusa, com base nos dados disponibilizados pelo Ministério da Educação (ME) relativos aos resultados das escolas nos exames nacionais do Secundário no ano letivo de 2017-2018.

Num universo de 431 escolas públicas que fizeram mais de 100 exames nacionais no ano passado, 324 (75,17%) obtiveram médias iguais ou superiores a 10 valores. Entre os 84 colégios que fizeram mais de 100 exames, 73 (86,9%) chegaram à média positiva. Em termos absolutos, em 515 estabelecimentos de ensino que fizeram mais de 100 exames nacionais, 77,1% conseguiram uma média positiva. Entre as 18 disciplinas, consideradas na análise da Lusa, apenas História da Cultura e das Artes e História A registaram médias negativas em 2018. Alemão, Espanhol e Desenho A lideram a lista pelo lado das médias positivas.

A Escola Básica e Secundária Clara de Resende, no Porto, é a melhor escola pública nos exames nacionais de 2018. Com 488 exames realizados, ficou em 27.º lugar com uma média de 12,88 valores, sendo a única escola pública entre as 30 melhores, mas ainda assim a surgir um lugar acima da escola pública melhor classificada em 2017, a Secundária Garcia de Orta, também no Porto. Nas escolas públicas que se seguem estão a Escola Secundária Infanta D. Maria, em Coimbra, com uma média de 12,73 valores em 858 exames realizados, ocupando o 32.º lugar, e a Escola Secundária Eça de Queirós, na Póvoa de Varzim, que, com 989 exames, conseguiu uma média de 12,53 valores, ficando em 34.º lugar.

O Colégio Nossa Senhora do Rosário, no Porto, lidera a tabela dos colégios privados, à semelhança do ano anterior, com a média mais alta nos exames de 2018: uma nota de 15,51 valores em 445 exames realizados. Seguem-se na lista os Salesianos do Estoril, em Cascais, o Grande Colégio Universal, no Porto, o Colégio St. Peter’s School, em Palmela, e o Colégio Manuel Bernardes, em Lisboa, que fecha a lista das cinco melhores médias com uma nota de 14,58 valores nos exames. Nas 10 médias mais baixas nos exames de 2018, há apenas uma escola privada, e que fica no estrangeiro, ou seja, a Escola Portuguesa Rui Cinatti, em Díli.

“No que gostam e no que querem”
Em 2018, as notas nos exames nacionais do 9.º ano melhoraram e as escolas públicas subiram na lista das melhores classificadas, surgindo a primeira em 20.º lugar. No entanto, a maioria dos estabelecimentos continua a ter média negativa. A média das notas dos exames de Português e de Matemática melhorou ligeiramente no ano passado, passando de negativa para positiva. Em 2017, a média dos dois exames foi de 2,61 (numa escala de zero a cinco) e, em 2018, foi de três valores.

Esta melhoria deveu-se ao desempenho dos alunos na prova de Português, cuja média subiu de 3,04 valores para 3,39, já que a Matemática as notas baixaram ligeiramente, a média desceu de 2,87 para 2,61. No entanto, mais de metade das escolas ainda teve média negativa nos exames nacionais. Num universo de 1 256 escolas, 714 estabelecimentos de ensino (56%) ficaram abaixo dos três valores e 542 escolas (43%) obtiveram média positiva. Comparando com o ano anterior, aumentaram as escolas com média positiva, passando de 40% para 43% do universo de estabelecimentos de ensino.

Com melhor resultado surge o Colégio Nossa Senhora do Rosário, no Porto, onde a média dos 290 exames foi de 4,52 valores, seguindo-se a Academia de Música de Santa Cecília, em Lisboa, e o Colégio EFANOR, no Porto. Dois colégios do distrito de Braga ocupam o 4.º e 5.ºlugares: D. Diogo de Sousa e Nossa Senhora da Conceição. A primeira escola pública surge em 20.º lugar, o que representa uma subida de dez lugares em relação ao ano passado, quando a primeira pública, a Secundária Infanta D. Maria, em Coimbra, surgiu em 31.º lugar.

Vinte e seis posições separam a Clara de Resende e o Colégio do Rosário, ambas no Porto, que são as escolas pública e privada com melhores resultados nos exames do Secundário. Duas escolas que apostam num modelo educativo em que a colaboração contínua entre professor e alunos é chave do sucesso. “Para mim, mais importante que este lugar no ranking, é que mais de 80% dos nossos alunos conseguiram entrar na primeira prioridade na faculdade. Isso para mim é o mais importante, porque, de facto, cumpriram os seus objetivos e trabalharam para eles, e estão naquilo que gostam e que querem”, afirmou à Lusa, Rosário Queirós, diretora da Escola Básica e Secundária Clara de Resende.

O Colégio Nossa Senhora do Rosário, no Porto, pela primeira vez no pódio do ranking das escolas nos exames do 9.º ano e do Secundário, em simultâneo, tem mais de 1600 alunos e a maioria começou o seu percurso, na escola, aos três anos de idade. “Temos alunos que vão sendo acompanhados e estimulados a desenvolver o seu potencial e fazemo-lo com a responsabilidade que temos em formar bem as novas gerações, de forma a que na sua vida futura possam marcar a diferença no tecido social em que se integrarem”, referiu, à Lusa, Teresa Nogueira, diretora do colégio. “Temos consciência de que os nossos alunos serão futuros líderes da sociedade”, acrescentou.

Sem vergonha, no rumo certo
Os diretores de agrupamentos das escolas públicas consideram que os resultados dos exames nacionais do Básico e Secundário “não envergonham” ninguém. “Quer a escola pública quer a privada obtiveram resultados que não as podem envergonhar, de acordo com o contexto, com os constrangimentos e outros condicionalismos. Penso que a Educação está no rumo certo e é de louvar o trabalho feito pelas escolas”, afirmou à Lusa Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), que sublinha, porém, que este é “um ranking dos exames e não um ranking das escolas”.

O presidente da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) defende que é importante divulgar os resultados dos exames nacionais para que se possa aferir o estado do sistema. “Quando se conquista transparência, com dados sobre o que se passa, quando se conquista responsabilidade, temos de estar atentos e salientar a importância de existir esta informação sobre as escolas”, disse Rodrigo Queiroz e Melo à Lusa. Em seu entender, o ranking tem sido um indutor importante para a melhoria dos estabelecimentos de ensino. “Toda a gente se sente pressionado pelo ranking para fazer melhor e isso é muito positivo”.

Quase sete em dez escolas do Secundário alcançaram média positiva no exame nacional de Biologia e Geologia em 2018, com a melhor média, 17 valores, registada no Colégio Mira Rio, em Lisboa. Com quase 26 mil exames realizados em 620 escolas, a prova de Biologia e Geologia, uma das mais importantes para quem segue cursos superiores na área da Saúde, teve um registo médio de 10,93 valores, com 431 escolas (69,52%) a obterem média positiva. A lista é liderada por estabelecimentos privados e a melhor pública aparece em 7.º lugar, a Escola Básica e Secundária Pedro Álvares Cabral, em Belmonte.

Mais de metade das escolas passou no exame nacional de Física e Química do Secundário, melhorando face ao ano anterior e fixando a média mais alta nos 16,5 valores, registada no Colégio Mira Rio, em Lisboa. Entre as 20 melhores, há apenas uma escola pública na lista: a Escola Secundária Dr. João Lopes de Morais, em Mortágua, Viseu. Cerca de 55% das escolas passaram no exame da disciplina e melhoraram relativamente ao ano anterior, quando seis em cada dez tinham obtido uma nota negativa na prova.

Mérito e esforço de professores e alunos

A Escola Básica e Secundária Dr. Machado de Matos, em Felgueiras, destaca-se a nível nacional porque os seus resultados no 12.º ano alcançaram, em 2018, quase o dobro da previsão do ME, segundo dados oficiais. A expectativa de sucesso da tutela apontava para cerca de 20%, mas os resultados, do ano letivo anterior, indicam uma taxa de 38%. “O mérito destes resultados deve ser atribuído aos docentes e ao esforço dos alunos”, referiu, à Lusa, o diretor da escola António José Bragança. O estabelecimento de ensino tem um gabinete de mediação de conflitos e novas modalidades de desporto escolar, um elevado número de alunos com ação social escolar, e em que o nível médio de formação académica dos encarregados de educação estará abaixo da média nacional.

Quase um quarto das escolas profissionais superou as expectativas de sucesso escolar ao longo de três anos consecutivos, apresentando taxas de conclusão dos cursos nos três anos previstos, ou seja, sem retenções, em valores acima da média nacional comparável. Na análise feita pela Lusa aos dados divulgados pelo ME, quanto à conclusão do Ensino Secundário, surgem 155 escolas profissionais, das 674 existentes, em que a taxa de conclusão dos cursos nos três anos de duração, sem qualquer retenção durante esse percurso, supera a média nacional comparável consecutivamente nos três anos letivos entre 2014-2015 e 2016-2017. Ao todo, 155 escolas profissionais, cerca de 23% do total, conseguiram que mais alunos do que o esperado – face à média de conclusão comparável para a sua escola - terminassem o curso em três anos.

A percentagem de escolas secundárias com média positiva no exame nacional de Português voltou, em 2018, a superar os 80%, com a média mais elevada a pertencer a um colégio que levou a exame um único aluno. O Colégio Arautos do Evangelho, em Guimarães, Braga, registou em 2018, com um único aluno em exame, a média mais alta entre as 624 escolas que fizeram exames nacionais de Português, com a classificação na prova de 16 valores, um valor acima dos 15 valores de classificação interna final (CIF) do estudante. Entre as 624 escolas que fizeram exame de Português, mais de 80% tiveram média positiva, em linha com o que já tinha acontecido nos exames de 2017.

No exame de Português, os primeiros lugares do “pódio” é inteiramente ocupado por escolas privadas. Ao Colégio Arautos do Evangelho seguem-se o Grande Colégio Universal, no Porto, com um registo médio de 14,83 valores em 38 exames, quase dois valores abaixo da média da CIF, e a fechar os três primeiros lugares está o Colégio Luso-Francês, também no Porto, com uma nota média de 14,63 valores em 91 exames, um valor abaixo da CIF. A melhor escola pública a Português é a Escola Básica e Secundária de Vilar Formoso, na Guarda, que aparece em 4.º lugar, com uma média em exame de 14,6 valores em 11 realizados, ficando umas décimas acima da CIF. Entre as dez melhores só há mais uma escola pública, a Escola Básica e Secundária de Mação, em Santarém, com uma média em 22 exames de 14,01 valores, ligeiramente abaixo da média da CIF. Em 2018, uma das melhores médias no exame de Português surgiu no estrangeiro, com a Escola Portuguesa de Luanda a ocupar a 13.ª posição com um registo médio de 13,63 valores em 41 exames realizados, ficando dois valores acima da CIF média.

Os alunos do 9.º ano pioraram o desempenho nos exames nacionais de Matemática em 2018 face ao ano anterior, fazendo com que oito em cada dez escolas tivessem média negativa. A média desceu de 2,87 em 2017 para 2,61 (numa escala de 0 a 5) no ano passado. Os melhores resultados são de escolas privadas. Os colégios sucedem-se numa listagem apenas descontinuada pela Escola Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, em Braga, que ocupa o 17.º lugar, e depois pela Escola Secundária Eça de Queirós, na Póvoa de Varzim, que surge em 36.ª posição.

Quase 40% das escolas chumbaram a Matemática no ano letivo passado, piorando os resultados em comparação com 2017. Em 620 escolas, e quase 32 500 exames, houve 383 que conseguiram uma média no exame nacional de Matemática igual ou superior a 10 valores, o que corresponde a 61,77% do total de escolas que fizeram este exame em 2017-2018, contra quase 75% de escolas que em 2016-2017 conseguiram um resultado positivo. No topo da lista das escolas com melhor resultado nesta prova, estão cinco colégios privados, com a Academia de Música de Santa Cecília, em Lisboa, a liderar nos resultados a Matemática, com uma média em exame de 17,74 valores, acima da classificação interna final (CIF), que traduz a avaliação do professor ao trabalho do aluno ao longo do ano), de 17 valores. Seguem-se o Colégio Campo de Flores, em Almada, o Colégio Nova Encosta, em Paços de Ferreira, o Colégio da Rainha Santa Isabel, em Coimbra, e os Salesianos do Estoril, em Cascais.

A melhor escola pública a Matemática surge em 6.º lugar na lista: a Escola Básica e Secundária Pedro Álvares Cabral, em Belmonte, Castelo Branco, obteve uma média em exame de 15,44, mais de dois valores acima da CIF de 13,13 valores. Entre os piores resultados no exame nacional de Matemática, há escolas que apresentam médias em exame abaixo dos cinco valores, colocando os resultados na prova quase 10 valores abaixo da média da CIF dos seus alunos. Em termos distritais, Lisboa e Porto lideram em número de provas realizadas, mas Coimbra regista a média mais alta, com 11,74 valores. A média mais baixa pertence às escolas portuguesas no estrangeiro, que ficaram algumas centésimas abaixo dos nove valores. Em território nacional, Portalegre, Região Autónoma dos Açores, Bragança, Região Autónoma da Madeira e Évora são as regiões com médias negativas a Matemática, entre os 9 e 9,9 valores.

Subidas e descidas
Os alunos do 9.º ano obtiveram, no ano passado, melhores resultados no exame nacional de Português, que permitiu a 90% das escolas terem média positiva. A média nacional subiu de 3,04 valores, para 3,39 (numa escala de 0 a 5). Os colégios voltam a ocupar os primeiros lugares. A Academia de Música de Santa Cecília, em Lisboa, o Colégio Nossa Senhora do Rosário, no Porto, o Colégio EFANOR, em Matosinhos, o Colégio Oriente, em Loures, e o Colégio Nossa Senhora do Alto, em Faro, são os cinco primeiros. As primeiras escolas públicas surgem em 12.º, 32.º, 42.º e 52.º. A Escola Básica dos 1.º, 2.º e 3.º Ciclos com Pré-Escolar do Porto da Cruz, da Madeira, é a mais bem classificada, seguindo-se a Escola Básica de Sendim, em Miranda do Douro, e a Escola Secundária Vergílio Ferreira, em Lisboa, e a Escola Básica e Secundária Mouzinho da Silveira, na ilha do Corvo, Açores.

A Escola Básica do Porto da Cruz, na Madeira, é melhor escola pública nos exames do 9.º ano - Português e Matemática - em 2018. A continuidade pedagógica e a estabilidade do quadro docente justificam, em parte, o lugar e 20.º posto no ranking nacional. Situada na freguesia do Porto da Cruz, no concelho de Machico, uma área rural na costa norte da ilha da Madeira, a Escola Básica do 1.º, 2.º e 3.º Ciclos com Pré-Escolar foi inaugurada há 23 anos e conta atualmente com cerca de 300 alunos e 60 professores. “Se dissesse que não ficamos contentes estava a mentir, o ranking é uma fotografia do que se passa no ensino e numa fotografia é sempre bom ficar bem”, comentou, à Lusa, o diretor da escola, Manuel Luís Andrade, sublinhando, porém, que “o mais importante é sentir que os alunos vão bem preparados para o Secundário”. “Além disso temos um corpo docente muito estável e esse é um dos aspetos fundamentais para que as coisas funcionem”, acrescentou.

O Colégio João de Barros, em Pombal, Leiria, foi o que mais lugares subiu no ranking das escolas em 2018, escalando 263 lugares até à 135.ª posição. O segundo classificado é a Escola Secundária Dr. João Lopes de Morais, em Mortágua, Viseu, que subiu 249 lugares, até à 174.ª posição. Entre as dez que mais melhoraram resultados em 2018 há apenas mais uma escola privada, o Externato de Vila Meã, em Amarante, Porto, e as restantes são escolas públicas que subiram mais de 200 lugares ou próximo disso.

Em 2018, a maior descida coube à Escola Básica e Secundária de Penalva do Castelo, Viseu, que caiu 275 lugares na lista, para a 403.ª posição. As dez que mais caíram são maioritariamente escolas públicas, havendo apenas uma privada, ou seja, o Colégio Rainha D. Leonor, nas Caldas da Rainha, Leiria, que passou da 33.ª posição para a 230.ª, com uma descida de 197 lugares.

Em 2018, Coimbra é o distrito com a melhor média nos exames nacionais do Secundário, ultrapassando o Porto, que liderava em 2017. Com uma média em exames de 11,36 valores em 8 922 exames, Coimbra ficou apenas pouco mais de uma décima acima dos 11,25 valores registados pelo Porto em 38 993 exames. Em 2017, a média mais alta tinha sido de 11,24 valores, o que significa que, mesmo perdendo o primeiro lugar, o distrito do Porto melhorou a sua média em uma centésima. Viseu, Viana do Castelo, Braga, Leiria, Lisboa e Santarém conseguiram uma média superior a 11 valores. Apenas o distrito de Portalegre e as escolas portuguesas no estrangeiro, vistas como uma região, registaram uma média negativa. Já as médias distritais para a classificação interna final (CIF) são todas positivas e rondam os 13 e 14 valores.

Do ponto de vista das disciplinas, a média distrital mais elevada foi conquistada por Beja, com o exame nacional de Espanhol, com uma média de 16,45 em quatro exames realizados. A mais baixa ficou em Portalegre, com uma média de 3,75 valores em 23 exames de Geometria Descritiva A. E apenas um distrito realizou mais de 10 mil exames numa única disciplina, foi Lisboa com 12 019 provas a Português, com uma média de 10,95 valores.
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