Nuno Crato considera que respostas no ensino profissional são insuficientes
O ministro afirmou que as respostas existentes no ensino dual e profissional no país são insuficientes, referindo que os jovens devem ter várias opções de escolha para o futuro.
Lusa / EDUCARE
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"Temos que dar muitas opções aos jovens e temos que desenvolver a opção aqui representada do ensino profissional em várias vertentes, como o dual ou profissional. Estas questões preocupam pois a oferta ainda não é suficiente", disse o ministro, durante uma visita à ATEC - Associação de Formação para a Indústria, em Palmela.
Nuno Crato referiu que, em Portugal, as oportunidades de formação profissional, que dão muito empregabilidade e que são muito procuradas pelos jovens, "não estão tão desenvolvidas como deviam estar".
"Temos que ter vários tipos de ensino, um mais prático ao mesmo tempo que temos um mais teórico. Temos que desenvolver esta diversidade pois os jovens e o país precisam dela. O tecido empresarial queixa-se de não ter jovens qualificados para as profissões que necessita e os jovens queixam-se do desemprego, que é um flagelo na nossa sociedade, por isso temos que trabalhar para construir o futuro e evitar o desemprego, sendo a formação a aposta certa", salientou.
O ministro da Educação defendeu que a ATEC é um centro de excelência e referiu que estão a trabalhar em outros centros no país, destacando a importância de motivar as empresas e dar hipóteses aos jovens no ensino profissionalizante.
"No ensino dual estão à volta dos 30 mil nesta altura, mas essa é uma parte do ensino profissionalizante que estamos a considerar. No ensino profissionalizante queremos chegar a 50% dos jovens na fase do secundário de entrarem nesse tipo de ensino. São números indicativos, mas não estamos muito longe", disse.
Nuno Crato garantiu que vão ser sempre os jovens e as suas famílias a escolher o seu futuro, recusando a ideia que o objetivo é "empurrar os jovens para um tipo de ensino ou outro".
O ministro referiu ainda que o sistema público de ensino tem já algumas escolas profissionais e lembrou uma experiência vocacional, para idades mais jovens, que "está já a ser aplicada em regime de experiência-piloto".
Nuno Crato referiu que, em Portugal, as oportunidades de formação profissional, que dão muito empregabilidade e que são muito procuradas pelos jovens, "não estão tão desenvolvidas como deviam estar".
"Temos que ter vários tipos de ensino, um mais prático ao mesmo tempo que temos um mais teórico. Temos que desenvolver esta diversidade pois os jovens e o país precisam dela. O tecido empresarial queixa-se de não ter jovens qualificados para as profissões que necessita e os jovens queixam-se do desemprego, que é um flagelo na nossa sociedade, por isso temos que trabalhar para construir o futuro e evitar o desemprego, sendo a formação a aposta certa", salientou.
O ministro da Educação defendeu que a ATEC é um centro de excelência e referiu que estão a trabalhar em outros centros no país, destacando a importância de motivar as empresas e dar hipóteses aos jovens no ensino profissionalizante.
"No ensino dual estão à volta dos 30 mil nesta altura, mas essa é uma parte do ensino profissionalizante que estamos a considerar. No ensino profissionalizante queremos chegar a 50% dos jovens na fase do secundário de entrarem nesse tipo de ensino. São números indicativos, mas não estamos muito longe", disse.
Nuno Crato garantiu que vão ser sempre os jovens e as suas famílias a escolher o seu futuro, recusando a ideia que o objetivo é "empurrar os jovens para um tipo de ensino ou outro".
O ministro referiu ainda que o sistema público de ensino tem já algumas escolas profissionais e lembrou uma experiência vocacional, para idades mais jovens, que "está já a ser aplicada em regime de experiência-piloto".
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