A ciência, os jovens, e o concurso que destaca talentos

Concurso para Jovens Cientistas tem as candidaturas abertas até 20 de abril para alunos dos 15 aos 20 anos. São bem-vindos projetos científicos originais e inovadores, que façam o mundo pular e avançar, úteis para a comunidade.
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A 26.ª edição do Concurso para Jovens Cientistas já está em marcha. As candidaturas estão abertas para estudantes do Ensino Básico, Secundário, e do primeiro ano do Ensino Superior. Até 20 de abril, os alunos podem apresentar ideias fora da caixa, projetos científicos surpreendentes e que sejam mais um passo para o avanço do conhecimento. Cada escola pode apresentar seis trabalhos, no máximo.  

Os participantes não estão confinados a uma área científica. Os projetos podem abarcar várias áreas de estudo como Biologia, Ciências da Terra, Ciências do Ambiente, Ciências Médicas, Ciências Sociais, Economia, Engenharias, Física, Informática/Ciências da Computação, Matemática, Química e Bioeconomia.
Para os melhores, há mais de cinco mil euros em prémios e a oportunidade de marcar presença em certames internacionais. Uma possibilidade de mostrar trabalhos inovadores feitos em Portugal, partilhar ideias e trocar experiências com alunos, professores e investigadores de várias partes do mundo.

O principal objetivo do concurso passa por promover ideais de cooperação e intercâmbio entre jovens cientistas e investigadores, estimulando o aparecimento de jovens talentos nas áreas da ciência, tecnologia, investigação e inovação. Os alunos podem participar individualmente ou em grupo, com o máximo de três elementos, e o projeto científico a apresentar tem de estar concluído antes da entrada no Ensino Superior.

O concurso fez as bodas de prata no ano passado, já envolveu mais de 4000 alunos de cerca de 1000 escolas, e conquistou 16 prémios internacionais. Na edição anterior, nos 25 anos do concurso, os prémios foram para um pilarete automático que reconhece matrículas de carros que transportam pessoas com mobilidade reduzida, um projeto de três alunos da Secundária de Oliveira do Bairro. E para um fungicida natural feito à base de algas da costa portuguesa que protege castanheiros, inibindo em mais de 60% o crescimento de um fungo responsável pela doença da tinta, de três alunos do Colégio Luso-Francês do Porto. Os dois projetos marcaram presença na competição europeia na Estónia.

O formulário de candidatura está disponível no site da Fundação da Juventude. Em maio, são divulgados os projetos selecionados que estarão na 12.ª Mostra de Ciência que acontecerá de 31 de maio a 2 de junho no Centro de Congressos da Alfândega, no Porto.

A avaliação e a seleção dos trabalhos está nas mãos de um júri designado pela Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, e integra professores e investigadores de reconhecido mérito das diferentes áreas científicas envolvidas, além de representantes da Fundação da Juventude, da Ciência Viva e da Agência Portuguesa do Ambiente. Esta edição é organizada pela Fundação da Juventude, em colaboração com a Ciência Viva.

Informações:
www.fjuventude.pt
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