Assunção Cristas quer “seis anos de estabilidade nas políticas de educação”

A líder do CDS-PP, Assunção Cristas, defendeu hoje "seis anos de estabilidade nas políticas de educação", considerando que quando um Governo toma posse não deve poder fazer de imediato alterações, mas antes esperar e avaliar com calma.
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Assunção Cristas falava hoje aos jornalistas durante uma visita à Futurália, Feira de Educação, Formação e Orientação Educativa, que decorre até sábado, na FIL, em Lisboa, recordando que o CDS-PP "tem tido muita atenção à educação, defendendo a estabilidade das políticas de educação por seis anos". "Mas, defendendo também um conjunto de mudanças que nos parecem muito positivas na organização dos ciclos de ensino, do calendário escolar, na preocupação por valorizar todos os percursos", disse.

Na opinião do líder da CDS-PP, o atual Governo "falhou logo no início porque não teve o cuidado de parar, esperar, avaliar o que estava a ser feito e fez alterações logo no meio do ano letivo, que é pior que se pode fazer".

"Nós criticamos muito isso e, também por isso, defendemos seis anos de estabilidade nas políticas de educação. Uma reforma deve esperar seis anos, significa que quando um Governo chega não pode mudar logo, tem que esperar para avaliar com calma, com tranquilidade e, depois sim, fazer as alterações e as melhorias que entendem necessárias", justificou.

Assunção Cristas garantiu que o partido vai "continuar a trabalhar para que questões básicas possam merecer consensos, desde logo a estabilidade por seis anos nas políticas da educação".

"E não é muito. Há países que aprovaram recentemente ainda mais anos", explicou.

O partido, de acordo com a centrista, tem recebido, "de Norte a Sul do país, críticas imensas em relação à degradação dos equipamentos escolares".

"Isso é uma matéria que nos preocupa porque percebemos que há uma austeridade escondida", criticou.
A líder centrista garantiu que o partido vai continuar "a fazer sempre uma política muito positiva", com "ideias concretas".

"Nós temos gerações cada vez mais bem preparadas, mas continuamos a ter um fosso grande quando nos comparamos com os países mais desenvolvidos. Quanto mais tempo os nossos alunos gastarem, usarem a estudar é um tempo ganho para o seu futuro. Eu acho que essa mensagem é muitíssimo importante", apelou.
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