Livros e tablets para os melhores trabalhos sobre património cultural

Escolas do 3.º Ciclo, do Ensino Secundário e Ensino Profissional, públicas e privadas, são desafiadas a pesquisar, selecionar e analisar aspetos do património cultural europeu. Os alunos podem chamar a atenção para as ameaças que colocam em risco esse património. As melhores apresentações são premiadas.
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2018 é o Ano Europeu do Património Cultural e, neste contexto, as escolas públicas e privadas do 3.º Ciclo, do Secundário e do Ensino Profissional do país podem apresentar trabalhos sobre o tema. As apresentações mais originais, pertinentes e rigorosas são premiadas nesta iniciativa que recebeu o alto patrocínio do Presidente da República. As candidaturas já estão abertas, os trabalhos podem ser entregues até 11 de maio, 10 dias depois são divulgados os vencedores e em 5 de junho realiza-se a cerimónia de entrega dos prémios.

Promover o conhecimento do património cultural europeu nas suas múltiplas dimensões, perceber que se encontra em permanente transformação, e entender a responsabilidade de todos na sua preservação, apontando riscos que o possam ameaçar são os principais objetivos deste projeto orientado pelo coordenador nacional do Ano Europeu do Património Cultural (AEPC) 2018 e que conta com a participação dos ministérios da Educação e da Cultura, da Fundação Gulbenkian, do Plano Nacional de Leitura e da Rede de Bibliotecas Escolares. Este prémio pretende também dinamizar iniciativas que chamem a atenção para o diálogo entre diferentes realidades culturais.

A ideia é que professores e alunos se envolvam em atividades pedagógicas de pesquisa, seleção e análise de aspetos relacionados com o património cultural europeu, material e imaterial, para elaborarem duas apresentações em formato digital. E antes de olharem em volta, para a Europa, os alunos são desafiados a olharem para o património cultural da sua comunidade local ou nacional. Este é um dos trabalhos, o segundo é sobre um aspeto do património europeu. “As apresentações deverão destacar as características mais relevantes dos aspetos/vertentes escolhidos e o seu valor enquanto herança cultural”, lê-se no regulamento.

Os alunos podem ainda enumerar medidas e comportamentos dos cidadãos que possam proteger, valorizar ou desenvolver áreas focadas no trabalho. Os conteúdos podem ser apresentados de várias formas: texto, vídeo, áudio, fotografia, ilustração, infografia. Os estudantes podem ainda dirigir convites a outras escolas participantes para que façam comentários ou respondam às questões colocadas no trabalho. O formulário da candidatura está disponível na plataforma digital da iniciativa (www.facebook.com/premioescolaraepc2018/).

Duas categorias, três fases de avaliação
Os textos não podem ser mais de três para cada apresentação, os vídeos não podem ter mais de três minutos de duração, as peças áudio também não podem durar mais de três minutos, e as imagens não podem ser mais de 20 por cada apresentação. O prémio está dividido em duas categorias, uma para o 3.º Ciclo, outra para o Secundário e Ensino Profissional. As apresentações têm de ser submetidas pelos professores que podem apresentar trabalhos coletivos, de turma, de grupo ou individuais.

Os trabalhos serão avaliados por um grupo de especialistas em diferentes áreas tendo em conta vários critérios como a concretização dos objetivos do prémio, a originalidade, a pertinência e o rigor, a clareza expressiva, a qualidade das apresentações em vários parâmetros, ou seja, da utilização de imagens adequadas ao tema à identificação das fontes usadas.

A avaliação será feita em três fases. Na primeira, validam-se e publicam-se os trabalhos recebidos. Na segunda, faz-se uma pré-seleção das apresentações com melhor qualidade para o júri analisar. E na terceira, e última, o júri reúne-se e escolhe os vencedores.

A escola vencedora, em cada categoria, ganha tablets e livros para a sua biblioteca. No dia 5 de junho, na Fundação Gulbenkian, as escolas premiadas são convidadas a apresentar pública e pessoalmente os seus trabalhos numa cerimónia pública. O prémio, que conta com os apoios do Centro de Informação Europeia Jacques Delors e do Ministério dos Negócios Estrangeiros, foi apresentado na Gulbenkian por Isabel Alçada, do Centro de Investigação para as Tecnologias Interativas da Universidade Nova de Lisboa e ex-ministra da Educação, na presença do atual secretário de Estado da Educação, João Costa.
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