“Temos de criar consciência coletiva de que estudar é necessário”

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A secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fernanda Rollo, defendeu hoje a necessidade de se criar consciência coletiva de que estudar faz bem e é necessário, para tornar Portugal um país competitivo e reconhecido internacionalmente.

"Todos juntos temos de criar esta consciência coletiva de que estudar faz bem e é necessário. É preciso passar esta mensagem às famílias, aos empresários, às pessoas, porque é para bem dos nossos jovens que estamos a trabalhar", sustentou.

Ao longo da sua intervenção na cerimónia de inauguração do edifício pedagógico, ampliado e requalificado, da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego, Fernanda Rollo sublinhou a necessidade de se apostar na formação.

"Não podemos ter um país competitivo, valorizado, reconhecido internacionalmente, se não apostarmos naquilo que é essencial: a preparação das pessoas. Estamos ainda muito aquém daquilo que seria necessário", acrescentou.

De acordo com a representante do Governo, apenas um em cada três jovens frequenta o Ensino Superior.

"Nenhum de nós pode sentir-se confortável perante isto: em cada três jovens, com idade para estar a frequentar o Ensino Superior, apenas um está a fazê-lo. Ficamos preocupados com isto, pois temos noção de que precisamos de competências, pessoas capazes e que sejam também pessoas satisfeitas com o seu quadro de valores, identidade e, naturalmente, no sentido humanista e de serviço à sociedade", referiu.

A secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior destacou ainda que as probabilidades de um jovem com formação superior ter emprego "são no mínimo 80% superiores àquele que não tem formação superior".

Sobre as obras de ampliação e requalificação de que foi alvo a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego, Fernanda Rollo apontou que permitiu ficar com instalações acolhedoras e, sobretudo, adequadas.

"Regozija-nos muitíssimo e, não temos a mais pequena dúvida, de que tem de ser este o caminho, criando infraestruturas. Não é propriamente facílimo, mas é seguramente aquilo que no mínimo temos de proporcionar: infraestruturas para que os nossos jovens e não só possam aprender onde nascem, onde vivem e podem construir a sua vida", disse.

O edifício da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego – unidade orgânica do Instituto Politécnico de Viseu – foi alvo de obras recentes de ampliação e remodelação no valor de um milhão de euros.

A empreitada permitiu ampliar a área do edifício em mais de mil metros, sendo construídas quatro novas salas de aula, duas salas de reunião, nove gabinetes e um espaço para a Associação de Estudantes.

Criaram-se ainda novas acessibilidades e zonas de circulação, para além de ter sido instalado um elevador.

A Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego tem atualmente 500 alunos, distribuídos por seis licenciaturas, oito cursos técnicos superiores profissionais e um mestrado.
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